Música & Poesia: da ópera à Broadway
A Orquestra de Câmara Paulista realiza no dia 1/12 o evento vivência sonora “Música & Poesia: uma delicada relação”, conduzido pelo maestro Branco Bernardes. O evento será realizado na Casa do Saber. Na ocasião, serão apresentadas árias e canções de diversos autores, desde os primórdios da ópera até os musicais da Broadway. Nesse encontro, Branco Bernardes conversará sobre as relações existentes entre poesia e música. Como convidados especiais, a OCP levará o soprano Adriana Bernardes e Eduardo Oliva ao piano. O evento é uma promoção da Tendências Consultoria Integrada e é restrito a convidados.
Mais informações:
Diretor Artístico e Regente da Orquestra de Câmara Paulista, Branco Bernardes é mestrando em regência de orquestra na Unicamp, sob orientação de Eduardo Ostergren, DM. Graduou-se Bacharel em Violino pelo Instituto de Artes da Unesp na classe de Ayrton Pinto. Em 1991 iniciou especialização em regência orquestral sob orientação de Maestro Eleazar de Carvalho, de quem foi discípulo durante cinco anos. Maestro dotado de grande sensibilidade, invenção e energia, possui um repertório amplo, que abrange desde obras-primas da música antiga até os mestres do século XX. Idealizou o Festival de Inverno de Ilha Solteira, tendo sido seu Diretor Artístico (2001).
Definida como soprano coloratura por Kátia Guedes (Berlim)
no I Festival de Inverno de Ilha Solteira (2001), Adriana Bernardes
tem extenso transito pelas diversas formas de expressões artísticas,
como ópera, teatro e performances em artes plásticas. Como solista
e camerista, tem se apresentado nas mais diversas salas de espetáculo
de São Paulo e Rio de Janeiro. Em 2004, atuou como solista no Messiah
de Händel (Centro Cultural Banco do Brasil – São Paulo), na ópera
Joana de Flandres de Carlos Gomes (Teatro Alpha) e na primeira audição
brasileira da ópera Cavalcante de Ezra Pound (Espaço Cultural CPFL
– Campinas).
A Orquestra de Câmara Paulista apresentou seus espetáculos em teatros, salas de concertos, centros culturais e espaços alternativos tais como: Centro Cultural Banco do Brasil (Rio de Janeiro e São Paulo); Teatro Municipal de São Paulo e Memorial da América Latina.
|