Compositores
• José Maurício Nunes Garcia (1767-1830)
• Carlos Gomes (1836-1896)
• Alberto Nepomuceno (1864-1920)
• Francisco Braga (1868-1945)
• Luciano Gallet (1893-1931)
• Lorenzo Fernandez (1897-1948)
• Xisto de Paula Bahia (1841-1894)
• Salvador Fábregas (1820-1880)
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Compositores
Alberto Nepomuceno

(fonte: Wikipedia)
Alberto Nepomuceno (Fortaleza, 6 de julho de 1864 - Rio de Janeiro,
16 de outubro de 1920) foi um compositor brasileiro. Considerado
o "pai" do nacionalismo na música erudita, compôs a primeira ópera
em portuquês, "O garatuja", baseada na obra de mesmo nome de José
de Alencar.
Filho de Vitor Augusto Nepomuceno e Maria Virgínia de Oliveira Paiva,
foi iniciado nos estudos musicais por seu pai, que era violinista,
professor, mestre da banda e organista da Catedral de Fortaleza.
Em 1872 transferiu-se com a família para Recife, onde começou a
estudar piano e violino. Responsável pelo sustento de sua mãe e
irmã após a morte de seu pai, em 1880, Nepomuceno empregou-se como
tipógrafo e passou a ministrar aulas particulares de música, ficando
impossibilitado de prosseguir seus estudos no Curso de Humanidades.
Apesar do pouco tempo que lhe sobrava, conseguiu dar continuidade
aos seus estudos musicais com o maestro Euclides Fonseca.
Durante sua juventude, manteve amizade com alunos e mestres da Faculdade
de Direito do Recife, como Alfredo Pinto, Clóvis Bevilaqua, Farias
Brito. A Faculdade, nessa época, era um grande centro intelectual
do país; por lá fervilhavam idéias e análises sociais de vanguarda,
como os estudos sociológicos de Manuel Bonfim e Tobias Barreto,
além das teorias darwinistas e spenceristas de Silvio Romero. Foi
Barreto quem despertou em Nepomuceno o interesse pelos estudos da
língua alemã e da filosofia. Tornou-se um defensor atuante das causas
republicana e abolicionista no Nordeste, participando de diversas
campanhas. Entretanto, não descuidou de suas atividades como músico,
assumindo, aos dezoito anos, a direção dos concertos do Clube Carlos
Gomes de Recife. Atuou também como violinista na estréia da ópera
Leonor, de Euclides Fonseca, no Teatro Santa Isabel. De volta ao
Ceará com a família, ligou-se a João Brígido e João Cordeiro, defensores
do movimento abolicionista, passando a colaborar em diversos jornais
ligados à causa. Devido às suas atividades políticas, seu pedido
de custeio ao governo imperial para estudar na Europa foi indeferido.
Sociedade da Corte
Em 1885, Nepomuceno mudou-se para o Rio de Janeiro, indo morar na
residência da família Bernadelli. Deu continuidade aos seus estudos
de piano no Beethoven Club, onde se apresentou ao lado de Arthur
Napoleão. Pouco tempo depois, foi nomeado professor de piano do
clube, que tinha em seu quadro funcional, como bibliotecário, Machado
de Assis. A capital do império, neste período, vivia um momento
de grande efervescência social, política e cultural. No âmbito social,
ocorria um vertiginoso crescimento populacional com o aumento do
fluxo migratório em busca de trabalho.
No plano político, sucediam-se os ataques das campanhas abolicionista
e republicana à monarquia. No campo literário, os movimentos romântico,
simbolista e naturalista, em voga na Europa, influenciavam diversos
escritores brasileiros, como Olavo Bilac, Machado de Assis, Aluísio
Azevedo e Coelho Neto. O grande interesse de Nepomuceno pela literatura
brasileira e pela valorização da língua portuguesa, aproximou-o
de alguns dos mais importantes autores da época, surgindo, da parceria
com poetas e escritores, várias composições como: Artemis (1898),
com texto de Coelho Netto; Coração triste (1899), com Machado de
Assis; Numa Concha (1913), com Olavo Bilac.
No ano anterior à abolição da escravatura, compôs "Dança de Negros"
(1887), uma das primeiras composições que utilizou motivos étnicos
brasileiros. A primeira audição dessa obra, que mais tarde se tornou
Batuque, da Série brasileira, foi apresentada pelo autor no Ceará.
Outras peças foram compostas na mesma época, como Mazurca, Une Fleur,
Ave Maria e Marcha Fúnebre. Apesar de ser visto com desconfiança
pela família imperial, devido às suas posições políticas, Nepomuceno,
pela sua importância no cenário musical brasileiro, chegou a ser
convidado pela Princesa Isabel para tomar chá no Paço Imperial.
Europa
Viajou para a Europa na companhia de seus grandes amigos, os irmãos
Henrique e Rodolfo Bernadelli, em agosto de 1888, com o objetivo
de ampliar sua formação musical. Em Roma, matriculou-se no Liceo
Musicale Santa Cecília, na classe de harmonia, de Eugenio Terziani,
e na de piano, de Giovanni Sgambatti; depois, com a morte de Terziani,
prosseguiu os estudos com Cesare De Sanctis. Em 1890 partiu para
Berlim, onde aperfeiçoou seu domínio da língua alemã e ingressou
na Academia Meister Schulle, tornando-se aluno de composição de
Heinrich von Herzogenberg, grande amigo de Brahms. Durante suas
férias, chegou a assistir em Viena a concertos de Brahms e de Hans
von Bülow.
Transferiu-se depois para o Conservatório Stern de Berlim, onde,
durante dois anos, cursou as aulas de composição e órgão com o professor
Arnó Kleffel, e de piano, com H. Ehrlich. Nepomuceno e sua futura
esposa tiveram aulas também com o famoso Theodor Lechetitzky, em
cuja sala de aula conheceu a pianista norueguesa Walborg Bang, com
quem se casou em 1893. Ela era aluna de Edvard Grieg, o mais importante
compositor norueguês da época, representante máximo do nacionalismo
romântico. Após seu casamento, foi morar na casa de Grieg em Bergen.
Esta amizade foi fundamental para que Nepomuceno elaborasse um ideal
nacionalista e, sobretudo, se definisse por uma obra atenta à riqueza
cultural brasileira. Após realizar as provas finais do Conservatório
Stern (1894), regendo a Filarmônica de Berlim com duas obras suas
(Scherzo für grosses orcherter e Suíte Antiga ), inscreveu-se na
Schola Cantorum, em Paris, a fim de aprimorar-se nos estudos de
órgão com o professor Alexandre Guilmant. Nessa época, conheceu
Camille Saint-Saëns, Charles Bordes, Vicent D'Indy e outros. Assistiu
à estréia mundial de Prélude à l'après-midi d'un faune, de Claude
Debussy, obra que Nepomuceno foi o primeiro a apresentar no Brasil,
em 1908, nas festas do Centenário da Abertura dos Portos.
A convite de Charles Chabault, catedrático de grego na Sorbonne,
escreveu a música incidental para a tragédia Electra . Em 1900 marcou
uma entrevista com o diretor da Ópera de Viena, Gustav Mahler, para
negociar a apresentação de sua ópera Artemis; porém, adoeceu gravemente,
indo se recuperar em Bergen, na casa de seu amigo Edvard Grieg.
Em 1910, financiado pelo governo brasileiro, realizou diversos concertos
com músicas de compositores nacionais em Bruxelas, Genebra e Paris.
Durante a excursão, visitou Debussy em sua residência em Neuilly-sur-Seine,
sendo presenteado com uma partitura autografada de Pelléas et Mélisande.
Nacionalismo
No dia 4 de agosto de 1895, Nepomuceno realizou um concerto histórico,
marcando o início de uma campanha que lhe rendeu muitas críticas
e censuras. Apresentou pela primeira vez, no Instituto Nacional
de Música, uma série de canções de sua autoria em português. Estava
deflagrada a guerra pela nacionalização da música erudita brasileira.
O concerto atingia diretamente aqueles que afirmavam que a língua
portuguesa era inadequada para o bel canto. A polêmica tomou conta
da imprensa e Nepomuceno travou uma verdadeira batalha contra o
crítico Oscar Guanabarino, defensor ardoroso do canto em italiano,
afirmando: "Não tem pátria um povo que não canta em sua língua".
A luta pela nacionalização da música erudita foi ampliada com o
início de suas atividades na Associação de Concertos Populares,
que dirigiu por dez anos (1896-1906), promovendo o reconhecimento
de compositores brasileiros. A pedido de Visconde de Taunay, restaurou
diversas obras do compositor Padre José Maurício Nunes Garcia e
apoiou compositores populares como Catulo da Paixão Cearense.
A sua coletânea de doze canções em português foi lançada em 1904
e editada pela Vieira Machado e Moreira de Sá. "O garatuja", comédia
lírica em três atos baseada na obra homônima de José de Alencar,
é considerada a primeira ópera verdadeiramente brasileira no tocante
à música, ambientação e utilização da língua portuguesa. Os ritmos
populares também estão presentes nesta obra, como a habanera, o
tango, a marcação sincopada do maxixe, o lundu e ritmos característicos
dos compositores populares do século XIX, como Xisto Bahia, além
das polcas de Callado e Chiquinha Gonzaga. Em 1907 iniciou a reforma
do Hino Nacional Brasileiro, tanto na forma de execução quanto na
letra de Osório Duque Estrada. No ano seguinte, a realização do
concerto de violão do compositor popular Catulo da Paixão Cearense,
no Instituto Nacional de Música , promovido por Nepomuceno, causou
grande revolta nos críticos mais ortodoxos, que consideraram o acontecimento
"um acinte àquele templo da arte". Ainda como incentivador dos talentos
nacionais, atuou junto a Sampaio Araújo para editar as obras de
um controvertido compositor que surgia na época: Heitor Villa-Lobos.
Nepomuceno chegou a exigir que as edições de suas obras, distribuídas
pela Casa Arthur Napoleão, contivessem, na contra-capa, alguma partitura
do jovem Villa-Lobos.
O Instituto Nacional de Música
Alberto Nepomuceno iniciou suas atividades no Instituto Nacional
de Música como professor de órgão em 1894. Após a morte de Leopoldo
Miguez, em 1902, foi nomeado diretor. Devido a inúmeras pressões
e divergências de ordem política e administrativa, pediu exoneração
no ano seguinte. No entanto, como importante referência da música
erudita local, foi designado pelo próprio Instituto para recepcionar
Saint-Saëns em sua vinda ao país. Em 1906 reassumiu o cargo de diretor
após o pedido de demissão de Henrique Oswald. Em sua segunda gestão,
elaborou uma série de projetos visando à institucionalização da
música erudita brasileira.
Um dos primeiros projetos iniciados por Nepomuceno foi a reforma
do Hino Nacional Brasileiro e a regulamentação de sua execução pública.
Mandou colocar no Instituto uma lápide em homenagem a Francisco
Manuel da Silva, com a seguinte inscrição: "Ao fundador do Conservatório
e autor do Hino de sua pátria". Foi nomeado também diretor musical
e regente principal dos Concertos Sinfônicos da Exposição Nacional
da Praia Vermelha, em comemoração ao Centenário da Abertura dos
Portos. Nestes concertos, apresentou, pela primeira vez, ao público
brasileiro, os autores europeus contemporâneos Debussy, Roussel
Glazunow e Rimsky, além dos brasileiros Carlos Gomes, Barrozo Neto,
Leopoldo Miguez e Henrique Oswald.
Em 1909, enviou um projeto de lei ao Congresso Nacional com o intuito
de criar uma Orquestra Sinfônica subvencionada pelo governo. Como
diretor do Instituto, recepcionou, junto com Rui Barbosa e Roberto
Gomes, o pianista Paderewsky em sua visita ao Brasil. Em 1913 regeu,
no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, o grande Festival Wagner,
tendo como solista o tenor Karl Jorn de Bayreuth.
Responsável pela tradução do Tratado de Harmonia de Schöenberg,
Nepomuceno tentou, em 1916, implantá-lo no Instituto, mas encontrou
forte oposição do corpo docente. Sentindo crescer as pressões contrárias
da academia a seus projetos, pediu demissão no mesmo ano. Separado
de Walborg e com sérias dificuldades financeiras, foi morar com
Frederico Nascimento em Santa Teresa. Seu último concerto no Teatro
Municipal aconteceu em 1917. Muito doente e enfraquecido, faleceu
em 1920 aos 56 anos de idade. Segundo depoimento de seu grande amigo
Otávio Bevilacqua, o compositor começou a cantar ao perceber a proximidade
da morte.
Obras
Música dramática Óperas: Abul, 1899-1905; Ártemis, 1898;
Electra (versão), 1894; O Garatuja (inacabada), 1904-1920; Porangaba,
1887-1889. Opereta: A cigarra, 1911. Episódio lírico: A pastoral,
1902.
Música orquestral Andante expressivo, 1902; O Garatuja, 1904;
Iriel (Cena e Dança), 1916; Largo e ofertório, p/órgão e orquestra,
1896; Marcha fúnebre, 1887; Prière, 1887; Rhapsodie brésilienne,
1887; Romance e tarantela, p/violoncelo e orquestra, 1908; Scherzo
vivace, 1893; Seis valsas humorísticas, p/piano e orquestra, 1903;
Serenata, 1902; Série brasileira (1. Alvorada na serra, 1892; 2.
Intermédio, 1891; 3. A sesta na rede, 1896; 4. Batuque, 1888); Sinfonia
em sol menor, 1893; Spimlied, 1893; Suíte antiga, 1893; Suíte, da
ópera Abdul, 1906; Suíte, da ópera Porangaba, 1887.
Música de câmara Trio: Trio, p/piano, violino e celo, 1916.
Quartetos: Quarteto, p/dois violinos, viola e celo, 1889; Quarteto
nº 1, p/dois violinos, viola e celo, 1890; Quarteto nº 2, p/dois
violinos, viola e celo, 1890; Quarteto nº 3, p/dois violinos, viola
e celo, 1891.
Música instrumental Solos p/piano: Anelo, 1894; Barcarola,
1906; Berceuse, 1890; A brasileira, s.d.; Brincando, 1906; Cloche
de Noël, 1916; Dança, 1906; Dança de negros, 1887; Devaneio, 1904;
Diálogo, 1894; Une fleur (romance), 1891; Folha d'álbum nº 1, 1891;
Folha d'álbum nº 2, 1891; Folha d'álbum nº 3, 1891; Folha d'álbum
nº 4, 1891; Folha d'album nº 5, 1891; Folha d'álbum nº 6, 1891;
Galhofeira, 1894; Improviso, 1904; Lírica nº 1, 1895; Lírica nº
2, 1895; Mazurca, em ré menor, 1890; Mazurca nº 1, 1887; Melodia,
1906; Melodia, s.d.; Ninna nanna, 1890; Noturno, 1907; Noturno nº
1, 1910; Noturno nº 2, 1912; Prece, 1887; Quatro peças infantis,
1903; Scherzo fantástico, 1887; Seis valsas humorísticas, s.d.;
Série brasileira, 1908; Sinfonia em sol menor, 1908; Sonata, 1893;
Suíte antiga (quatro), 1893; Tema, e variações em lá maior, 1902;
Valsa, 1894; Valsa da cigarra, 1911; Valse impromptu, 1893; Variações
sobre um tema original, 1902. Solos p/órgão: Comunhão, 1895; Ofertório,
1902; Orgelstücks (4), 1893; Prelúdio e fuga, 1894; Prelúdio e fuga,
1912; Sonata, 1895. Duos: Devaneio, p/violino e piano, 1919; Mazurca,
p/celo e piano, 1887; Prece, p/celo e piano, 1887; Romance e tarantela,
p/celo e piano, 1908.
Música vocal Canto e piano: Aime-moi, 1911; Amo-te muito,
s.d.; Au jardin des reves, 1895; Blomma, 1893; Canção da ausência,
1915; Canção do amor, 1902; Canção do Rio, 1917; Candura, 1914;
Cantiga triste, s.d.; Cantigas, s.d (que faz parte do CD
Sarau Brazil).; Canto nupcial, s.d.; Cantos da sulamita,
1897; Cativeiro, 1896; La chanson de Gélisette, 1895; La chanson
du silence (Il flotte dans l'air), 1895; Conselho (Antigas modinhas
brasileiras), s.d.; Coração triste, 1903; Désirs divers, 1894; Desterro,
1894; Dromd Lycka, 1893; Einklang, 1894; Gedichte, 1894; A grinalda,
s.d.; Herbst, 1894; Hidrófana, 1906; Jangada, 1920; Luz e névoa,
1915; Madrigal, 1894; Mater dolorosa, 1894; Le miroir d'or, 1895;
Moreninha, 1894; Moreninha (Medroso de amor), 1894 (que
faz parte do CD Sarau Brazil);
Morta (Trovas do norte), s.d.; Numa concha, 1914; Ocaso, 1912; Olha-me,
1914; Ora, dize-me a verdade, 1894; Oração ao diabo, 1902; Oraison,
1894; Perchè, 1888; Razão e amor, 1911; Rispondi, 1888; Saudade,
1906; Sehnsucht Vergessen, 1894; Serenata di un moro, 1889; O sono,
1904; Sonhei, 1902; Tanto gentile tanto onesta pare, 1889; Trovas
alegres, 1905; Trovas tristes, 1905; Wiegen Sie sauft, 1894; Der
Wunde Ritter, 1893; Les yeux élus, 1895. Canto e orquestra: Amanhece,
s.d.; Anoitece, s.d.; Canção, 1906; Cantigas (A guitarra), s.d.;
Cantilena, 1902; Coração indeciso, 1903; A despedida, s.d.; Dor
sem consolo, s.d.; Dolor supremus, s.d.; Epitalâmio (Enfim), 1897;
Filomela, 1903; Medroso de amor (Moreninha), 1894; Le miracle de
la semence, 1917; Nossa velhice, 1913; Oração ao diabo, s.d.; Sempre,
s.d.; Soneto, 1904; Trovas nº 1, s.d, que faz parte do CD
Sarau Brazil.; Trovas nº 2, s.d.; Tu és o sol, 1894;
Turquesa, 1906; Xácara, s.d. Coro: Hino à proclamação da República,
1890; Hino ao trabalho, 1896; As Uiaras, p/coro feminino, 1896;
Canção do Norte (Hino ao Ceará), p/coro misto, 1903; Hino às árvores,
1909; Hino à Escola Normal, 1914; Oração à pátria, 1914; Hino à
Alsácia-Lorena, 1915; Ode a Osvaldo Cruz, 1917; Canção do Acre,
1918; Hino à paz, 1919; Saudação à Bandeira, 1919; Baile na flor,
p/coro feminino, s.d.; Tambores e cornetas, s.d.
Música sacra Ave Maria nº 1, p/coro feminino, 1887; Ave Maria
nº 2, p/coro feminino a quatro vozes, s.d.; Ave Maria n° 3, p/canto
e órgão, s.d.; Ave Maria nº 4, p/canto e órgão, s.d.; Canto fúnebre,
p/coro a duas vozes, 1896; Ecce panis angelorum, p/duas vozes e
órgão, 1911; Ingemisco, p/canto e piano, s.d.; Invocação à Cruz,
p/coro a duas vozes, s.d.; Missa, p/coro a duas vozes e órgão, 1915;
Panis angelicus, p/duas vozes e órgão, 1909; O Salutaris Hostia,
p/coro a quatro vozes e órgão, 1911; O Salutaris Hostia nº 2, p/canto
e piano, 1897; Tantum ergo, p/coro e órgão, 1911.
Fontes Bibliográficas deste texto:
BARÃO de Studart Dados Biográficos do maestro Alberto Nepomuceno.
s.d, s.ed
ALMEIDA, Zélia de Perfil biográfico do maestro Alberto Nepomuceno.
Niterói: 1964 (escrito em 27.02.1920) Editado pela autora.
BÉHAGUE, Gérard The beginnings of musical nationalism in Brazil.
Detroit Monographs in Musicology. number 1. Information Coordinators,
Inc. Detroit, 1971.
CORRÊA, Sérgio Alvim Alberto Nepomuceno; catálogo geral. Rio de
Janeiro: Funarte/Instituto Nacional de Música/Projeto Memória Musical
Brasileira. 1985.
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